Você conhece o termo Ilhas de Calor?

Míriam Dualibi


Fonte: revolucaoambiental.com.br


Em uma cidade grande como São Paulo cujas regiões são tão diferentes entre si, ocorre com frequência um fenômeno que provoca as chamadas ilhas de calor.

Em bairros densamente urbanizados e impermeabilizados, com pouquíssima ou nenhuma área verde, a temperatura pode ser 5 graus, em média, mais alta do que em regiões mais arborizadas.


Grande quantidade de asfalto, concreto, paredes, telhas, concentração de edifícios, poluição atmosférica, veículos a combustão, impedem a circulação dos ventos, absorvem em até 98% a radiação solar, reduzem a evaporação, causando o aquecimento da atmosfera (efeito estufa).


Quanto mais quente uma região é, mais ela atrai um grande volume de chuvas que ao cair, e não ter como ser absorvida, provoca enchentes e alagamentos.


As ilhas de calor não causam prejuízos apenas para as regiões onde ocorrem. Ao atrair para si as chuvas, elas diminuem a possiblidade que ela ocorra nos locais mais arborizados como os mananciais que abastecem a cidade colaborando para escassez hídrica.


Para combater as ilhas de calor é fundamental o plantio de árvores, grama, arbustos, a manutenção dos parques e áreas verdes já existentes, assim como a expansão de áreas permeáveis e a redução do uso de veículos a combustão.


O Futurando, serviço público de televisão, comenta sobre este assunto em sua primeira matéria, dá uma olhada:




O que podemos fazer para melhorar o microclima em nossa cidade?


Plantar em todo e qualquer espaço possível. Permeabilizar as áreas de sua casa, sua rua. Que tal quebrar parte da calçada ou do pátio e plantar grama ou plantas de menor porte?

Usar menos carros, caminhando sempre que possível, dando preferência ao uso de bicicletas, metros, trens e ônibus; plantar telhados verdes para refrescar sua casa e tornar a temperatura mais agradável e absorver água da chuva.


Árvores, arbustos, grama absorvem a radiação solar e a água da chuva contribuindo para a diminuição da poluição, do calor e das enchentes.


Vamos começar a repensar as cidades!


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