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Lojas colaborativas: o projeto que promete engajar mulheres micro empreendedoras

Mudanças no mundo, impacto social e novos paradigmas diante de uma sociedade que precisa, urgente, se reinventar. Tudo isso trouxe à tona a necessidade de um novo olhar, não só na nossa maneira de viver e lidar com as relações pessoais mas, também, profissionais e econômicas. O consumismo e o sucesso financeiro também podem – e devem – fazer parte dessa atualização que a sociedade precisa.


Utilizando do propósito da Economia Colaborativa - modelo que consiste em compartilhar bens, serviços, espaços, etc, criando uma rede de apoio a pequenos/as empreendedores/as - o SEBRAE, em parceria com os Institutos Ecoar, Syn e Alampyme criou o projeto Mulheres Solidárias, cujo objetivo é oferecer capacitação profissional e oportunidades de geração de renda para mulheres em situação de vulnerabilidade social. Após uma formação que envolve uma série de orientações para os negócios, as novas empreendedoras podem expor seu trabalho nas chamadas Lojas Colaborativas, espaços cedidos por shoppings como forma de colaborar com o projeto e gerar, assim, engajamento e visibilidade ao trabalho e suas colaboradoras.


Luciane Braga, artesã e integrante do Mulheres Solidárias, contou um pouco da sua experiência: “Eles (SEBRAE) começaram a capacitar artesãs para aprendermos a arte da negociação, precificar, lidar com fornecedores, fazer toda essa parte administrativa de um negócio. A partir do momento que eles conseguem capacitar as mulheres, nós conseguimos um cantinho aqui no shopping para poder mostrar o nosso trabalho, comercializar e gerar renda”. Luciane explicou que o curso de capacitação durou 2 meses e o seu tempo de atuação na loja colaborativa Junto e Misturado, no Tietê Plaza Shopping é, inicialmente, de 6 meses.

 Além deste, atualmente, outros shoppings também disponibilizam espaço para as lojas colaborativas, como o Shopping Cidade São Paulo, Shopping Center D e uma mais recente, inaugurada neste mês de março, no Grand Plaza Shopping, em Santo André/SP.


Esta iniciativa funciona como uma alternativa vantajosa para os/as empresários/as de pequenos negócios, pois além de compartilharem os custos, o trabalho de cada um/a colabora, coletivamente, para chamar a atenção do público, pela variedade e preços acessíveis. “Estamos em 13 meninas aqui. Cada uma tem uma técnica artesanal, bastante coisa, uma turma bem rica que temos aqui”, contou Luciane, que aproveitou pra ressaltar a importância que o projeto teve em sua vida: “A divulgação que você recebe a partir do momento que você pisa nessa loja é fenomenal. As pessoas não te esquecem mais, principalmente se elas gostarem do seu trabalho. Com o curso do Mulheres Solidárias, o seu trabalho vira o seu portfólio”.


Para quem se interessar pela iniciativa, fique atento/a ao site do SEBRAE, onde sairão as notícias para abertura de inscrições de novas turmas.

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